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quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Quanto Investir

 Excelente, Vicente 💪 — com perfil arrojado, podemos projetar uma rentabilidade média anual de 11% (mistura de ações, ETFs, FIIs e Tesouro IPCA).

Você vai investir R$ 5.000 por mês, aumentando 10% ao ano durante 10 anos.

Vamos ver o resultado 👇


💰 Projeção para alcançar R$ 1 milhão em 10 anos

AnoAporte mensal (R$)Total investido no ano (R$)Saldo acumulado ao final do ano (estimado)
15.00060.00063.300
25.50066.000142.000
36.05072.600232.000
46.65579.860336.000
57.32087.840457.000
68.05096.600599.000
78.855106.260767.000
89.740116.880965.000
910.715128.5801.198.000 ✅
1011.790141.4801.472.000 🏆

📈 Resultado final

  • Total investido: R$ 925.100

  • Rendimento líquido estimado: R$ 546.900

  • Patrimônio final: ≈ R$ 1.472.000

💡 Ou seja:
Com disciplina e aportes crescentes, você não apenas atinge R$ 1 milhão, mas ultrapassa esse valor em cerca de 9 anos.


🔧 Estratégia sugerida (perfil arrojado)

Tipo de investimentoPercentualRentabilidade esperadaDica prática
Ações e ETFs (Brasil e exterior)40%12–14% a.a.Use BOVA11, IVVB11, SMAL11, ou ETFs de tecnologia
Fundos imobiliários (FIIs)30%9–11% a.a.FIIs de galpões e shoppings (HGLG11, XPML11)
Tesouro IPCA+ longo prazo20%6–7% realProtege da inflação e dá estabilidade
Criptomoedas / startups10%15%+ (alto risco)Apenas se aceitar volatilidade alta

🧭 Próximos passos

  1. Comece a investir ainda este mês.
    Use corretoras confiáveis (XP, BTG, Inter, NuInvest, Rico etc.).

  2. Automatize os aportes.
    Faça um débito mensal fixo — elimina a tentação de gastar.

  3. Revise a carteira 1x por ano.
    Rebalanceie para manter os percentuais planejados.

  4. Mantenha o foco no longo prazo.
    Oscilações são normais — o tempo é seu maior aliado.


Quer que eu monte uma planilha personalizada (Excel ou Google Sheets) com essa projeção e gráficos de crescimento mês a mês?
Ela mostraria o caminho exato até o R$ 1,47 milhão com aportes ajustáveis.

sábado, 20 de agosto de 2022

Como planejar vender seu imóvel, sem correr grandes riscos.

COMO PLANEJAR VENDER SEU IMÓVEL DE FORMZ SEGURA

Veja a lista que complementam as medidas simples e seguras para comprar seu imóvel. Documentos do comprador Para quem vai comprar um imóvel, é preciso que haja a apresentação dos seguintes documentos: • RG e CPF; • Certidão de nascimento ou casamento; • Comprovante de endereço atualizado; • Comprovante de renda: extrato bancário ou os 3 últimos holerites; • No caso de compradores casados, é necessário a apresentação dos documentos do seu cônjuge. Caso realize o uso do FGTS também irá precisar apresentar: • Extrato do FGTS; • Autorização de saque; • Carteira de trabalho; • Carta do empregador; • Documentação do vendedor. Quando se trata do vendedor, é necessário apresentar os seguintes documentos: • CPF e RG; • Certidão de casamento ou de união estável com regime de bens; • Certidões negativas; • Ações cíveis e criminais; • Execuções fiscais estaduais e municipais; • Quitação de tributos federais; • Ações trabalhistas; • Interdição, tutela e curatela; • Protestos. É muito importante também a consulta para verificar se o vendedor está inscrito em algum órgão de proteção ao crédito como o SPC ou Serasa, por exemplo. Para mais informações, fale comigo, sou corretor de imóveis com alguns anos de atuação no mercado, e tenho como principal missão ajudar as pessoas a fazerem sempre o melhor investimento, auxiliar as pessoas a alcançarem o maior sonho, o sonho da casa própria. CRECI/ 170793/SP - Corretor Ramiro – Tel.: (11) 9 8161-0840 (Whatsapp) Onde buscar outras informações? Siga o LINK, lá estarão outras informações que considero importante.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Conheça a Lei do Inquilinato - Detalhes Importantes

 

Você conhece a Lei do Inquilinato? Saiba três detalhes importantes

 

A lei do Inquilinato, criada em 1991, existe para garantir direitos e deveres, tanto do locatário, quanto do locador

Morar de aluguel é uma realidade cada vez mais presente para famílias brasileiras. De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, os imóveis alugados representavam 18,3% das moradias em todo o país. Nesse aspecto, a Lei do Inquilinato existe para regular as relações entre o locador e o locatário.

 

Criada em 1991, a Lei nº 8.245/91 rege a relação contratual entre proprietário e inquilino, seus deveres e como os demais procedimentos de admissão e despejo devem ser realizados. Ou seja, é por meio dela que ambos – morador e inquilino – têm ciência de seus deveres e direitos.

E, para desmembrar alguns dos termos mais importantes, separamos detalhes importantes da Lei do Inquilinato para ficar de olho. Confira!

 

Receber o imóvel em perfeitas condições de uso

 

Pouca gente sabe, mas é direito do inquilino receber o imóvel em perfeitas condições de uso. Ou seja, é ilegal alugar um imóvel com problemas e a imobiliária ou o proprietário assumir que os problemas são de responsabilidade de quem aluga.

 

Para que seja comprovada a perfeita condição de uso, é realizada a vistoria – uma análise detalhada das condições da propriedade –, feita como ato prévio à assinatura do contrato de locação. O documento que indica todos os itens analisados na vistoria é chamado de laudo de vistoria, e, uma vez assinado, indica que ambas as partes estão de acordo com o estado do imóvel.

 

No entanto, é importante lembrar que o inquilino assume o compromisso contratual de conservar o imóvel nas mesmas condições em que ele se encontrava no momento da vistoria. Por isso, é um direito e dever do inquilino.

 

É indispensável que ele acompanhe pessoalmente a inspeção, dedicando toda a atenção a esse momento.

 

Preferência de compra

 

Independentemente do motivo, um imóvel alugado não é impassível de venda. O proprietário, na verdade, pode escolher vender o bem quando quiser, mesmo durante a vigência do contrato de locação. A Lei do Inquilinato, entretanto, assegura que seja dada ao inquilino a preferência de compra, nas mesmas condições que serão ofertadas ao mercado.

 

A lei diz que o locador é obrigado a informar ao locatário a intenção de venda do imóvel, e essa intenção pode ser feita de maneira judicial ou extrajudicial, desde que o comunicado seja de fácil comprovação, como uma carta com aviso de recebimento assinada pelo locatário.

 

Uma vez comunicado, o inquilino tem 30 dias para manifestar sua intenção, se deseja ou não comprar o imóvel, e realizar os procedimentos para a aquisição, se for o caso (assinatura de compromisso de compra do imóvel, pagamento de sinal, entre outros).

 

Uso do imóvel apenas para o fim acordado

 

Alguns inquilinos acreditam, de maneira muito errônea, que, por terem um contrato vigente de locação, podem fazer qualquer tipo de uso do imóvel, mas isso não é verdade. A utilização é única e exclusiva ao que foi acordado em contrato, sem alterações posteriores. Desse modo, o locatário não pode, em hipótese alguma, por exemplo, fazer uso comercial de um imóvel de aluguel para fins residenciais. Pela lei, ele deve manter o imóvel como especificado no contrato, ou seja, uma casa deve ser conservada da mesma forma e um imóvel comercial não pode ser usado como moradia.

 

Vale ressaltar que todos os problemas e as dúvidas referentes ao contrato de um imóvel ou à Lei do Inquilinato devem ser consultadas com um profissional formado em uma faculdade de Direito, mais especificamente em Direito Imobiliário, para resolver da forma mais pacífica e benéfica para todas as partes.

Fonte: Publicidade Imobiliária


quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Consórcios de Imóveis - Uma boa solução

 Planejamento e uma alternativa de investimento com menor custo.



Por que consórcio é melhor do que financiamento?

1. Menos burocracia - em tempos de dificuldades econômicas, muitos estão com restrições ao crédito, e outros estão em dificuldades para comprovar renda. Assim muitos sonhos como o sonho da casa própria acaba sendo adiado ou fica cada vez mais distante.

Nesse sentido, o consórcio mostra que é uma ótima maneira de poupar, bem como uma modalidade de empréstimo menos burocrática.

Uma das características que deve ser observada no consórcio é o custo mais baixo, tudo porque não trabalha com um grande vilão dos financiamentos, os juros, que encarecem o custo dos imóveis.

Outro fato interessante no consórcio é que você aprende a economizar, isso porque todos os meses tem que depositar o valor de cada cota, para evitar prejuízo, caso sua cota seja contemplada. Com parcelas menores fica muito mais fácil economizar, e seu foco passa a ser automaticamente o seu lance maior para antecipar seu prêmio.

Prazo certo - muito importante, você tem prazo determinado para ser comtemplado, ainda que não tenha feito nenhum lance, ocorrência que é muito impossível, porque dependendo de suas necessidades, quanto mais rápido for contemplado é melhor.

Talvez ainda tenha dúvidas e se pergunte: porque investir em consórcio?

A resposta parece ser muito óbvia, porque é um negócio seguro, não paga juros, apenas uma taxa de administração que é atualizável anualmente por o índice acordado em contrato em contrato entre as partes.

Só para se ter uma ideia, imagine uma taxa de administração de 12% e 15% ao ano, para um consórcio de 50 meses e  o valor de R$. 30.000,00. Veja que para a taxa de 12% o valor da incidência mensal é de 0,24%; assim, 0,24% x R$.30.000,00 é igual a um acréscimo de R$. 72,00 no valor das prestações mensais. Já se fôssemos considerar a taxa de 15%, a incidência mensal seria de 0,3%, o que daria um acréscimo R$. 90,00 nas prestações mensais, (0,3% x R$.30.000,00).

Outra dúvida bastante interessante é se a taxa de juros é igual à taxa de administração no consórcio. Qual a diferença entre as duas?

Taxa de juros

Nesse caso o cálculo sempre é feito sobre o saldo do valor amortizado mensalmente ou valor residual, conhecido como juros compostos. Isso além de ser um cálculo mais complexo, faz com que o valor da dívida seja visivelmente maior. Por isso acontece de no final do financiamento, você acaba pagando o dobro ou às vezes, até o triplo do valor financiado. Difícil, não é? 

Taxa de administração

No caso da taxa de administração, o cálculo é simples, consiste de uma simples divisão entre as parcelas, tendo um impacto constante. Além da conta ser mais simples, isso favorece o planejamento e diminui o valo a ser pago no final.

Para fazer um outro comparativo, mesmo se o cálculo do valor do financiamento tivesse como base os juros simples, os valores ainda seriam maiores, uma vez que a taxa de juros simples é definida por ano e o prazo  de financiamento sempre mais longo. Por isso é bastante comum que a taxa de juros mensal do financiamento seja de 1% a 2%, enquanto a taxa de administração mensal do consórcio não ultrapassa 0,5%, uma prova de que o consórcio é sim uma ótima alternativa para a compra de qualquer bem ou serviços.

A taxa de administração é a única cobrada pelo consórcio?

Não, a taxa de administração é a única remuneração da empresa, mas existem outras taxas que incidem sobre a mensalidade do consórcio, com o fundo de reserva e seguro. A cobrança de outras taxas não é regra em consórcio, mas uma vez estabelecidas em contrato, pode ser realizada pela administradora sem qualquer problema.

O fundo de reserva

O fundo é uma garantia para que o consórcio continue funcionando normalmente em determinadas situações, como por exemplo, no caso de inadimplência de partes do grupo. O valor é fixo e cobrado da mesma forma que o da taxa de administração.

Em geral fica em torno de 1% a 2% divididos pela duração do contrato. Se o valor for 2%, seguindo a mesma orientação do cálculo da taxa de administração, (2% divido por 50) - o valor da taxa seria de 0,04% mensal, um taxa que não chega a 1/2% ao mês, uma taxa significativamente muito baixa. Isso significa um impacto de R$. 12,00 reais no valor das parcelas, considerando um consórcio, conforme demonstrado anteriormente, no valor de R$, 30.000,00.

Seguro

O seguro é mais uma garantia para cobrir o valor do fundo de reserva por meio do pagamento de prêmios de seguro. O cálculo depende da operadora de seguros, mas geralmente é um valor fixo acrescido nas parcelas como forma de garantir a proteção de todos os envolvidos.

Adesão 

A taxa de adesão não é uma prática comum a todas operadoras de consórcio, podendo chegar até 2% do valor total do bem ou serviço e deve ser paga no momento de inscrição no grupo. Esse valor é pago diretamente à administradora, embora essa tenha representantes ou intermediários autorizados pela empresa responsável pelo consórcio.

Reajuste

Para manter atualizado o valor da Carta de Crédito esse é corrigido por um dos índices que mede o valor da inflação, isso é necessário porque evita a defasagem entre o valor do bem na hora da contratação e o valor no momento da contemplação.

No caso específico de imóveis o índice pode ser o INCC (Índice Nacional do Custo da Construção), IGP-M (Índice Geral de Preços), CUB (Custo Unitário Básico), INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). 

O reajuste de consórcios de carros pode ser usado a tabela dos próprios fabricantes, a tabela Fipe da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas para veículos usados. Em alguns casos IGP-M ou INPC.

Geralmente esses ajustes são feitos para cima, mas poderá haver situações onde a inflação e os preços dos imóveis e carros caiam. Nessas situações a Carta de Crédito e também as mensalidades serão reajustadas para baixo. Lembrando que esse ajustes devem ser anuais e a administradora deve informar o índice a ser adotado quando da assinatura do contrato.

Conhecer o valor das taxas é fundamenta, uma vez que a soma de todas elas determinará o da prestação final. Vamos a um exemplo: imagine um consórcio de R$. 30.000,00, uma taxa de administração de 12%, fundo de reserva de 2% sem seguro e tempo de consórcio de 50 meses.

Nesse caso, o fundo comum (ou prestação básica) é de R$ 600, taxa de administração R$ 72,00,  e fundo de reserva R$. 12,00. A parcela final a ser paga será de R$. 684,00. Já para uma taxa de administração de 15%, eleva o valor final da prestação para R$. 702,00.

No fim, o cálculo das prestações do consórcio é bem mais simples, por se tratar de uma conta linear. Isso é muito positivo porque além de oferecer planejamento, esse tipo de incidência faz com que o impacto financeiro seja menor. Não lhe parece um ótimo negócio?




 



sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Comprar um imóvel exige planejamento financeiro e disciplina

 


Como comprar imóvel com financiamento imobiliário Consórcio de imóveis

Pode parecer clichê, mas o sonho da casa própria ainda é o grande desejo da maioria dos brasileiros. Porém, somente uma pequena parcela da população possui recursos para comprar um imóvel à vista, restando, então, a opção de contratar um financiamento imobiliário. Atualmente, diversas instituições financeiras oferecem opções de crédito para compra de imóveis, com condições, taxas, prazo de pagamento e valor de empréstimo que variam de acordo com o tipo de imóvel e perfil do cliente.

 

Mas antes de dar esse importante passo, saiba que disciplina e planejamento financeiro são quesitos indispensáveis!

 

De acordo com Angela Costa, especialista em mercado imobiliário e criadora do canal Descomplica Imob, o financiamento de um imóvel envolve uma série de pontos que vão desde a escolha do bairro onde ele está localizado a verificar previamente com algum banco, ou na instituição financeira na qual a pessoa possui conta, se existe algum crédito pré-aprovado para financiar um imóvel. “Contar com um corretor de imóveis, ser criterioso no levantamento da documentação e ter um bom relacionamento com a instituição financeira na qual pretende contratar o empréstimo para comprar o imóvel são pontos que podem ajudar na hora de ter o crédito aprovado”, explica Costa.

 

Saiba, a seguir, qual o passo a passo na hora de financiar um imóvel!

 

1 – Quanto consigo de crédito para financiar um imóvel?

Muita gente acredita que o primeiro passo antes de financiar um imóvel é escolher a localização, pensar, por exemplo, na cidade e bairro onde deseja morar e na configuração do apartamento. Claro, você até pode ir analisando esses pontos, porém, especialistas recomendam que, antes desta etapa, a pessoa verifique o valor de crédito disponível para o seu perfil. Uma sugestão é verificar com o banco com o qual possui um bom relacionamento quanto de crédito teria disponível.

 

Outra opção é realizar uma simulação em plataformas que fazem o comparativo de taxas, condições e valor das parcelas. Importante lembrar que a maioria das instituições financia até 80% do valor do imóvel, ou seja, tenha em mente que você deve ter 20% do recurso para a entrada.

 

2 – A escolha do imóvel

Com a ideia do crédito disponível, agora é possível começar a pensar no apartamento SP ideal. Além de definir o tipo de imóvel e configuração, como número de quartos, banheiros, com ou sem varanda gourmet, vagas de garagem e área de lazer, definir o bairro ideal, analisar o acesso ao transporte público, infraestrutura no entorno e potencial de valorização da região são itens que devem ser postos na balança na hora de escolher.

 

3 – Parcela do financiamento e renda

O valor máximo da parcela de um financiamento imobiliário normalmente é 30% da renda bruta familiar, ou seja, uma família que possui renda de R$ 15 mil, por exemplo, não pode ter uma prestação que ultrapasse R$ 4,5 mil. “A parcela não pode ultrapassar os 30% da renda familiar. Claro que tem bancos que, dependendo do scoring do cliente, podem chegar até 35%. O scoring é uma pontuação de crédito utilizada por instituições financeiras e que pode aumentar ou diminuir as chances de conseguir o empréstimo”, lembra a especialista em mercado imobiliário.

 

Quem é autônomo também pode comprovar renda por meio do extrato bancário e do Imposto de Renda (IR).

 

4 – Envio da proposta e chances de aprovação do crédito

Definidos o valor do financiamento, o imóvel e o comprometimento de renda familiar para pagar a prestação, o passo seguinte é o envio da proposta ao banco ou instituição financeira escolhida.

 

E nessa hora surge a dúvida: qual a chance de o crédito ser aprovado? Na verdade, não há garantias, mas alguns fatores podem ajudar.

 

Se você possui um bom relacionamento com o banco escolhido, não possui pendências financeiras e realiza suas transações bancárias utilizando a conta corrente da instituição, tudo isso gera um scoring positivo que, certamente vai contar na hora da análise de crédito. “Todas as instituições financeiras fazem a checagem na análise de crédito consultando Serasa e SPC, por exemplo, para avaliar o comportamento da vida financeira do cliente. Tentar não fazer dívidas desnecessárias e pagar as contas em dia pode ajudar na hora da aprovação”, diz Costa.

 

Caso você queira utilizar seu FGTS, será necessário levantar o saldo que possui para pedir a liberação na Caixa.

 

5 – Documentação necessária

Junto com o envio da proposta também são pedidos todos os documentos necessários para o financiamento, comprovantes de renda, de residência, documentos pessoais e certidões de todos que farão parte da transação.

 

Nesta etapa também é analisada a documentação do imóvel.

 

6 – Avaliação do imóvel

Caso esteja tudo certo com a documentação e com o imóvel (que, afinal, é a garantia do banco), o banco fará a avaliação do imóvel, processo realizado com a presença de um engenheiro ou arquiteto credenciado. Essa avaliação serve para confirmar a compatibilidade entre o preço da propriedade e o valor de mercado, bem como se o apartamento possui todas as condições que possibilitem que ele seja financiado.

 

7 – Contrato

Com a proposta aprovada e com todas as condições atendidas, chega o momento de colher as assinaturas dos compradores, vendedores e da instituição financeira. Também é a hora de efetuar o pagamento do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e de registrar o contrato no cartório.

 

8 – Liberação do financiamento

Pronto, se você chegou até essa etapa, parabéns! Chegou o momento de enviar o contrato registrado para a instituição financeira e aguardar a liberação dos recursos que serão depositados na conta do vendedor.


Fonte: Setin


sábado, 8 de janeiro de 2022

Como financiar meu imóvel?

 Encontrei o imóvel de meus sonhos e agora, como financiar?

1.0 Qual a renda mínima necessária para financiar um imóvel?
Para obter um financiamento imobiliário, as instituições financeiras exigem um renda mínima relacionada à sua capacidade de pagamento, em regra, a prestação não pode ultrapassar 30% da renda bruta familiar. Mas não para por aí, para garantir o pagamento a renda tem que ser três vezes maior que o valor da parcela. Por exemplo, se a prestação é de R$. 1.500,00, a renda necessária para cobrir o valor da parcela é igual a R$. 4.500,00, esse é um valor aproximado, um cálculo básico, algumas instituições financeiras aplicam outras formas de cálculo que podem chegar a uma renda maior, o valor exigido para cobrir a prestação.
2.0 Qual o valor mínimo de entrada para o financiamento de um imóvel?
Segundo a lei, esse valor deve ser equivalente a 10% do valor do imóvel como entrada à vista. Na prática pode funcionar melhor e o cliente pagar menos juros e uma menor taxa de financiamento, se esse valor variar entre 20 a 30%, isto porque, quanto maior a entrada, menor é o saldo devedor a ser financiado. O resultado disso é que como o montante a financiar é menor, você poderá negociar menor taxa e menor prazo junto à instituição financeira, garantindo assim um bom negócio.
3.0 Como posso usar o FGTS?
Para você utilizar os fundos disponíveis no FGTS, terá que ter no mínimo 3 anos de carteira assinada, para imóveis até 1.5 um milhão e meio de reais. Para isso terá que consultar o saldo do FGTS, reunir a documentação necessária e apresentá-la ao banco para que verifique a possibilidade de usar o benefício.
4.0 Quais os documentos devem ser apresentados para contratar o financiamento de um imóvel?
1. Certidão de Casamento - (Quando for o caso)
2. Comprovante de residência
3. Comprovação de renda através de hollerit ou outro meio
4. Certidão conjunta de negativa de débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida ativa da União
5. Cópia da Carteira de Trabalho, Extrato do FGTS e Autorização para Movimentação de conta
6. Como devo proceder para contratação do financiamento?
Buscar as instituições financeiras de sua confiança que ofereçam a menor taxa de financiamento e prestação de serviços. De cara o banco vai fazer uma análise de crédito e jurídica dos documentos: o banco avalia a renda, o histórico de crédito, o imóvel e qualquer pendência jurídica do CPF ou CNPJ do cliente. Para facilitar e agilizar a operação é fundamental que não existam pendências jurídica e o cliente tenha um bom histórico com o banco, isso vai levá-lo a negociar menor taxa de juros e agilizar todo o processo.
Nesse momento, há muitas instituições, correspondentes bancários, ou empresas especializadas que cuidam de todo processo de financiamento, e caso o cliente precise desse apoio, poderá tê-lo sem ter que pagar um centavo por todo o processo. Isso vai agilizar o atendimento perante as instituições financeiras, o crédito será aprovado muito rápido sem precisar que o cliente perca o seu tempo em busca de crédito e da escolha da melhor instituição.

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Regularização de Imóveis


Processo de compra e regularização de imóveis

Comprar ou vender um imóvel envolve inúmeros processos burocráticos, por isso, antes de entrar em uma negociação, é importante que você avalie se existem irregularidades sobre a propriedade. Mas, afinal, você sabe como é feita a regularização de imóveis

Escrituras, certidões e outros documentos são fundamentais para tornar o imóvel legível a negociações, além de garantir legalidade perante o pagamento de impostos e outras obrigações. Um imóvel sem escritura, por exemplo, equivale a uma pessoa sem RG.

Pensando nisso, separamos as principais informações sobre o processo de regularização e quais os passos que você deve seguir para regularizar um imóvel. Confira a seguir! 

Por que é importante regularizar um imóvel?

A irregularidade de um imóvel pode gerar consequências financeiras e até mesmo a perda da propriedade. Com os documentos em dia, é possível realizar negociações de compra e venda sem maiores problemas, além de se manter em dia com o pagamento de impostos.

Com a regularização imobiliária, o proprietário passa a ter o direito real à propriedade. Caso você não emita escritura, registro ou outros documentos em cartório, não há qualquer tipo de confirmação legal de que o imóvel pertence ao seu nome.

Há inúmeros motivos para você realizar a regularização de imóveis junto à prefeitura, mas o principal é ficar longe de imbróglios judiciais. As consequências são inúmeras, como, por exemplo, o imóvel ser tratado como clandestino pelos órgãos públicos. 

Além do pagamento de multas, o proprietário pode ficar impossibilitado de realizar qualquer negociação envolvendo o bem. O imóvel também fica inelegível para casos de doação ou herança.

Quais são os documentos necessários para a regularização?

Se você possui uma propriedade em situação irregular e não sabe como regularizar o imóvel, não se preocupe. Preparamos uma lista com os principais documentos que você deve reunir para dar entrada no processo jurídico. Anote aí:

  • Escritura do imóvel;
  • Contrato de compra e venda;
  • Matrícula devidamente atualizada;
  • Certidão de regularização do Habite-se,
  • Certidões negativas.

É importante lembrar ainda que, além dos documentos básicos citados acima, cada prefeitura pode solicitar outras certidões e comprovantes para avaliar a situação da propriedade. As regras variam de cidade para cidade, com cálculos diferentes de IPTU e outros encargos. 

Quais os passos para regularizar um imóvel?

passo a passo da regularização de imóveis envolve algumas etapas importantes às quais você deve se atentar. Separamos um caminho para você seguir na hora de organizar toda a documentação. 

Entrada no cartório 

O primeiro passo para a regularização de imóveis é procurar o Cartório de Registro de Imóveis da cidade onde a propriedade está localizada e dar entrada no procedimento. Para isso, você deve apresentar o contrato de compra e venda do imóvel. Com ele, será possível emitir a escritura da propriedade.

Essa é a primeira etapa do processo de regularização, afinal, sem a escritura do imóvel todo o restante dos procedimentos fica invalidado. Por isso, lembre-se de ter a escritura em mãos para, então, solicitar a abertura de matrícula do imóvel.

Alvará de Regularização

Com a matrícula em mãos, o próximo passo que você deve ter em mente é solicitar o Alvará de Regularização, que atesta os procedimentos legais de construção do imóvel. 

Vale lembrar que esse documento vale apenas para propriedades já construídas. Em caso de terrenos e obras ainda inacabadas, é necessário dar entrada no Habite-se na prefeitura.

Certidões negativas

Após regularizar o imóvel perante o órgão municipal da cidade de origem do imóvel, é chegada a vez de emitir a Certidão Negativa de Débitos (CND). Essa etapa deve ser realizada em um posto da Receita Federal de sua cidade.

Com esse documento, você poderá regularizar a sua situação financeira com o INSS, além de confirmar se não há dívidas em aberto em seu nome. Esse comprovante também é muito importante para a regularização do imóvel.

Averbação do imóvel

Por fim, mas não menos importante, é fundamental que você confirme a averbação de construção do imóvel, mais um passo que deve ser realizado no Cartório de Registro de Imóveis da cidade de origem da propriedade.

Com esses passos concluídos, finalmente o imóvel está regularizado e em seu nome, podendo agora ser negociado da maneira que você preferir, sem que haja contestação legal para isso. 

Mercado imobiliário regularização de imóveis

A regularização de imóveis é um compromisso jurídico que todo cidadão deve ter com sua propriedade, para, assim, evitar consequências futuras com o bem. Porém, é importante se atualizar sobre outras burocracias envolvendo o registro de imóveis para ficar sempre em dia com as regularizações.


Regularização de Imóveis

Comprar ou vender um imóvel envolve inúmeros processos burocráticos, por isso, antes de entrar em uma negociação, é importante que você avalie se existem irregularidades sobre a propriedade. Mas, afinal, você sabe como é feita a regularização de imóveis

Escrituras, certidões e outros documentos são fundamentais para tornar o imóvel legível a negociações, além de garantir legalidade perante o pagamento de impostos e outras obrigações. Um imóvel sem escritura, por exemplo, equivale a uma pessoa sem RG.

Pensando nisso, separamos as principais informações sobre o processo de regularização e quais os passos que você deve seguir para regularizar um imóvel. Confira a seguir! 

Por que é importante regularizar um imóvel?

A irregularidade de um imóvel pode gerar consequências financeiras e até mesmo a perda da propriedade. Com os documentos em dia, é possível realizar negociações de compra e venda sem maiores problemas, além de se manter em dia com o pagamento de impostos.

Com a regularização imobiliária, o proprietário passa a ter o direito real à propriedade. Caso você não emita escritura, registro ou outros documentos em cartório, não há qualquer tipo de confirmação legal de que o imóvel pertence ao seu nome.

Há inúmeros motivos para você realizar a regularização de imóveis junto à prefeitura, mas o principal é ficar longe de imbróglios judiciais. As consequências são inúmeras, como, por exemplo, o imóvel ser tratado como clandestino pelos órgãos públicos. 

Além do pagamento de multas, o proprietário pode ficar impossibilitado de realizar qualquer negociação envolvendo o bem. O imóvel também fica inelegível para casos de doação ou herança.

Quais são os documentos necessários para a regularização?

Se você possui uma propriedade em situação irregular e não sabe como regularizar o imóvel, não se preocupe. Preparamos uma lista com os principais documentos que você deve reunir para dar entrada no processo jurídico. Anote aí:

  • Escritura do imóvel;
  • Contrato de compra e venda;
  • Matrícula devidamente atualizada;
  • Certidão de regularização do Habite-se,
  • Certidões negativas.

É importante lembrar ainda que, além dos documentos básicos citados acima, cada prefeitura pode solicitar outras certidões e comprovantes para avaliar a situação da propriedade. As regras variam de cidade para cidade, com cálculos diferentes de IPTU e outros encargos. 

Quais os passos para regularizar um imóvel?

passo a passo da regularização de imóveis envolve algumas etapas importantes às quais você deve se atentar. Separamos um caminho para você seguir na hora de organizar toda a documentação. 

Entrada no cartório 

O primeiro passo para a regularização de imóveis é procurar o Cartório de Registro de Imóveis da cidade onde a propriedade está localizada e dar entrada no procedimento. Para isso, você deve apresentar o contrato de compra e venda do imóvel. Com ele, será possível emitir a escritura da propriedade.

Essa é a primeira etapa do processo de regularização, afinal, sem a escritura do imóvel todo o restante dos procedimentos fica invalidado. Por isso, lembre-se de ter a escritura em mãos para, então, solicitar a abertura de matrícula do imóvel.

Alvará de Regularização

Com a matrícula em mãos, o próximo passo que você deve ter em mente é solicitar o Alvará de Regularização, que atesta os procedimentos legais de construção do imóvel. 

Vale lembrar que esse documento vale apenas para propriedades já construídas. Em caso de terrenos e obras ainda inacabadas, é necessário dar entrada no Habite-se na prefeitura.

Certidões negativas

Após regularizar o imóvel perante o órgão municipal da cidade de origem do imóvel, é chegada a vez de emitir a Certidão Negativa de Débitos (CND). Essa etapa deve ser realizada em um posto da Receita Federal de sua cidade.

Com esse documento, você poderá regularizar a sua situação financeira com o INSS, além de confirmar se não há dívidas em aberto em seu nome. Esse comprovante também é muito importante para a regularização do imóvel.

Averbação do imóvel

Por fim, mas não menos importante, é fundamental que você confirme a averbação de construção do imóvel, mais um passo que deve ser realizado no Cartório de Registro de Imóveis da cidade de origem da propriedade.

Com esses passos concluídos, finalmente o imóvel está regularizado e em seu nome, podendo agora ser negociado da maneira que você preferir, sem que haja contestação legal para isso. 

Mercado imobiliário Regularização de Imóveis

A regularização de imóveis é um compromisso jurídico que todo cidadão deve ter com sua propriedade, para, assim, evitar consequências futuras com o bem. Porém, é importante se atualizar sobre outras burocracias envolvendo o registro de imóveis para ficar sempre em dia com as regularizações.


segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Venda Segura é Venda Planejada - Saiba por que!

 

Venda Segura é Venda Planejada



Você proprietário, sabe quanto é fundamental contatar um profissional especializado, para receber orientações antes de colocar seu imóvel à venda?

Sabe como acelerar o processo de venda de seu imóvel?

Vender um imóvel nem sempre é um negócio que tem uma resposta imediata, ou seja, como todo processo de fazer qualquer coisa, há várias etapas que necessitam ser seguidas para que se atinja o propósito desejado, isto é, para que se consiga o melhor retorno que é a venda, no menor tempo possível. Para que isso aconteça é sempre bom procurar por um profissional especializado na área de compra e venda de imóveis, alguém que possui nada mais nada menos, muita experiência de mercado, alguém capaz de detectar os principais fatores que envolvem um período de maior ou menor demanda, e o que fazer para que a operação seja concretizada no menor espaço de tempo, porque quanto maior a agilização do processo, melhor será a solução e oportunidade para quem está em busca de fazer um investimento seguro e lucrativo que ao mesmo tempo é muito interessante para ambas as partes.


Isso é o início de toda programação que precisa ser feita, antes de colocar um imóvel à venda, e que é interessante tanto para quem procura adquirir um novo imóvel, quanto para quem está interessado em vendê-lo.

O que é preciso ser feito, quais os principais detalhes que se deve levar em consideração na formação desse processo de venda que se torna interessante seguir etapa por etapa, para no final evitar que não se faça uma boa negociação, e uma das partes se sinta lesada, depois de fazer algumas considerações e achar que deveria ter vendido o imóvel por um preço maior ou, o contrário, a outra parte se achar prejudicada por verificar  que o preço do imóvel estava muito acima do valor de mercada na região.

Então, o que fazer para que o negócio seja bom, para que todas as partes deem-se por satisfeitas?
 
O que fazer na hora de determinar o preço de um imóvel? Um dos porquês do preço de um imóvel é verificar quanto custa os imóveis com as mesmas características no bairro ou região. Embora o valor sentimental ao transacionar um imóvel em que você tenha vivido boa parte de seu tempo, esse apelo sentimental não é quem determina o preço final de um imóvel ou uma boa negociação. O imóvel poderá precisar de algumas adequações, reformas, antes que seja colocado à venda no mercado, visto que o número de compradores interessados em comprar imóveis prontos sem precisar de nenhuma reforma anterior é cada vez mais crescente.

Por isso, cabe ao corretor de imóveis pesquisar, fazer comparações e se colocar sempre à frente da negociação com com bons argumentos. Assim, deve o corretor de imóveis levantar e analisar dados da região, observando todas particularidades que possam valorizar ou desvalorizar uma propriedade.

Uma outra etapa interessante é manter a calma, para que faça uma boa negociação.

Acelerar vendas não significa pular alguma das etapas que são determinantes na valoração do imóvel, todas etapas devem ser concluídas e observadas em detalhe.

Mantenha o foco, faça a primeira proposta, esteja atento aos detalhes e não tire os olhos e os ouvidos do cliente, ouça-o atentamente e observe o que ele tem a oferecer.

Ao acompanhar o que o cliente está dizendo, faça anotações, pois cada informação que o cliente fornece, será importante para que você estude os próximos  passos.

Outro passo de extrema relevância é antecipar toda documentação do imóvel

Não adianta ter se preparado para entrar em campo e chegar à hora do fechamento constatar que falta algo, alguma pendência burocrática para completar a documentação. Seria muito frustrante deixar de fechar negócio com a venda em seu momento final, mesmo que a venda esteja segurada, é uma prática comercial nada confortante para o corretor profissional fazer o cliente esperar por mais tempo.

Por último, você proprietário que vai precisar anunciar seu imóvel, fale com seu corretor ou agente especializado que irá anunciar seu imóvel de maneira que alcance um maior número de pessoas.

Após seguir todas orientações, clientes e proprietários estarão aptos a fazerem a melhor transação. No final desse processo, todos sairão ganhando, uma vez que não faltara apoio e precedentes para a realização de um bom negócio.


quinta-feira, 29 de julho de 2021

Notícias da semana






 

❇️ VL. LEOPOLDINA - Green Mond

🔑 69m e 88m - 2 e 3 dorms - 1 e 2 vagas

📍 Rua Lauriano Fernandes Jr, 10

- Decorados na torre (69m e 88m) abrem neste final de semana.

- Necessário agendamento prévio.

 

 

❇️ BROOKLIN - Atmosfera 360

🔑 110m, 136m e 157m - 2 e 3 suítes - 2 vagas

📍 Rua Joaquim Guarani, 271

- Último final de semana do plantão e decorados. (110m e 156m)

 

 

❇️ KLABIN - Grand Living Nova Klabin

🔑 71m, 100m e 121m - 2 a 4 dorms - 1 e 2 vagas

📍 Rua Caçador de Esmeraldas, 219

- Plantão aberto com tabela, maquete e decorado de 100m.

- Já estamos protocolando pastas completas. Assinaturas em breve!

- Consulte se poderei atendê-lo.

 

 

❇️ MOEMA - Breve Lançamento Alto Padrão

🔑 260m – 3 e 4 suítes – 3 e 4 vagas - Parceria Yoo Studio

📍 Av. Imarés, 182

- Abertura do stand prevista para 31/07 com agendamento antecipado.

- Maiores informações e imagens amanhã (29/07) à noite.

 

 

👉🏻 Acesse a listagem de produtos e materiais.

- CLIQUE: https://cyeciacoordenadores.wixsite.com/nandacoordenadora

 

 

 

 

 



 

terça-feira, 20 de julho de 2021

Quais as vantagens de morar em apartamentos com área de lazer


Quais são as vantagens de morar em apartamentos com área de lazer?

A preferência dos consumidores por comprarem apartamentos com área de lazer já é uma realidade no mercado imobiliário. Certamente é um fator que pesa bastante na decisão de uma compra. Dar condições aos moradores de entretenimento no próprio condomínio se trata de um diferencial bastante valorizado.

Por isso, as pessoas estão optando por apartamentos que disponibilizem essa facilidade que, além de garantir mais segurança, assegura uma excelente qualidade de vida. Isso traz uma série de vantagens, principalmente para as famílias com filhos, que passam a ter opções variadas de lazer sem, no entanto, ter que enfrentar trânsito e outros inconvenientes.

Continue a leitura e confira as vantagens que uma boa área de lazer traz para os moradores!

1. Valoriza o seu imóvel

Adquirir um apartamento em um condomínio com uma boa área de lazer valoriza muito o seu investimento. Da mesma forma que você considerou essa uma vantagem e tanto na hora de comprar o imóvel, mesmo que isso tenha lhe custado mais caro, outros compradores em potencial também pensarão da mesma maneira.

Mesmo que não seja sua intenção se desfazer do apartamento tão cedo, é compensador saber que você fez um bom negócio com um imóvel  com uma boa liquidez no mercado imobiliário.

2. Garante mais segurança

Outro benefício relevante, principalmente nos tempos atuais, é ter opções de lazer em sua própria moradia, sem ter que precisar pegar o carro na garagem e sair de casa. É muito mais seguro para você e sua família evitar o trânsito e outros inconvenientes, como situações de assaltos e furtos.

Se você tem filhos ainda pequenos, melhor ainda — estes terão opções de brincar e se divertirem em piscinas, quadra de esporte, entre outros recursos, que geralmente fazem parte da área de lazer dos apartamentos atuais. Filhos adolescentes também terão alternativas de se divertirem no próprio condomínio, principalmente se ele possuir quadras esportivas. Assim, será uma boa forma de mantê-los mais seguros.

3. Proporciona opções de atividades para toda a família

Condomínios com uma área de lazer completa beneficiam toda a família. Por exemplo, alguns deles, além de oferecerem aquelas áreas de lazer que todos conhecem, como piscina, quadras de esporte, parquinhos infantis para as crianças menores, ainda disponibilizam sauna e salas equipadas de ginástica e musculação destinada aos adultos.

Na verdade, é uma facilidade que evita saídas frequentes, mantendo os moradores mais tranquilos e seguros em seus condomínios.

4. Viabiliza manter um convívio social com os vizinhos

Quando mudamos de residência, novos hábitos automaticamente são criados. Afinal, algumas rotinas são alteradas e, se o prédio conta com uma boa área de lazer, você circulará mais por essas dependências, principalmente se tiver filhos pequenos.

Na verdade, um condomínio com áreas comuns de lazer facilita o contato entre os moradores, viabilizando um bom relacionamento entre os vizinhos e até garantindo o início de boas amizades.

5. Evita o trânsito

Principalmente nas cidades grandes, onde o trânsito é caótico, permanecer algum tempo longe dele é uma dádiva — manter-se distante de congestionamentos e do estresse que isso causa faz bem à saúde.

Os condomínios com área de lazer permitem isso, essa paz. Nem que ocorra apenas em alguns finais de semana, em que você terá a opção de usufruir desse espaço com sua família sem precisar pegar o carro.

Em condomínios com essa facilidade, é possível que você desfrute da piscina ou de outras formas de lazer a poucos passos de seu apartamento, na maior tranquilidade.

6. Possibilita a melhoria da qualidade de vida

É bem difícil, para certas pessoas, conciliar uma agenda na qual se encaixem trabalho e momentos de lazer. O dia é sempre extremamente corrido, e muitas vezes nem sobra um tempinho para a prática de atividade física.

Condomínios com área de lazer, nos quais existam espaços para atividade física, como salas de musculação e ginástica, facilitam isso. Eles permitem a quem dispõe de pouco tempo se dedicar ao cuidado da saúde sem enfrentar o estresse do trânsito e outros transtornos.

Muitos acabam desistindo da prática justamente por não haver tempo hábil para isso. No condomínio esse tempo existe, pois basta pegar o elevador e pronto: rapidinho estará no local desejado para se dedicar às suas atividades.

7. Proporciona maior comodidade e conforto

Apartamentos de condomínios que contenham áreas de lazer completas garantem maior comodidade e conforto aos moradores. Só em não pegar o carro na garagem, estando tudo bem próximo de você, já representa uma vantagem e tanto, não é mesmo?

Hoje, a maioria das pessoas faz questão de comodidade, pelo menos para algumas atividades, como tomar um sol, ir à academia, dispor de um espaço para reunir os amigos para um churrasco. São aqueles momentos de lazer sem estresse que não têm preço.

8. Conta com taxas de condomínio mais baixas

Pode até parecer brincadeira, mas não é. Você sabia que alguns apartamentos em edifícios pequenos e sem áreas de lazer possuem taxas mais altas que aqueles que contam com bastante opções?

Isso ocorre devido ao número de imóveis . Geralmente, condomínios que desfrutam de uma boa área de lazer possuem mais blocos de apartamentos, são bem grandes. Sendo assim, a taxa condominial se torna mais baixa, pois, apesar dos gastos com a área de lazer, são muitos apartamentos dividindo a conta.

9. É mais saudável para as crianças

Optar por um apartamento com área de lazer é uma grande vantagem, principalmente para as crianças. Elas tendem a se socializar com os outros moradores mirins, fazem amizades, e o melhor: tem sempre o que fazer em períodos de final de semana e em tempo de férias, quando a família não planejar nenhuma viagem.

A tendência é que vivam mais intensamente a infância, visto que, além de diversas atividades, terão muitas companhias da mesma idade para brincar. Ou seja, é muito mais saudável!

Como você pôde ver, hoje o consumidor está mais exigente quanto à sua moradia. Ele busca locais nas quais suas necessidades são na sua maioria supridas. Buscam imóveis bem localizados, com uma vasta opção de transporte, próximos a shoppings ou a um comércio diversificado. Mas talvez a mais importante delas seja a existência de uma boa área de lazer, onde a família possa usufruir de bons momentos sem estresse e maiores preocupações.





Mudando de cara