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sábado, 31 de março de 2018

Gestão Empresarial




Gestão Empresarial X Gestão Financeira

As duas coisas se parecem, estão no mesmo campo de atividades de uma empresa, mas mesmo tendo a mesma estrutura, há uma diferença comportamental e técnica em relação à aplicação desses dois sistemas. São sistemas únicos e individualizados que trabalham juntos para o bom funcionamento de uma entidade ou empresa. Vamos saber o básico do funcionamento desses dois sistemas de gestão.

Entenda a importância desses dois sistemas de gestão empresarial, suas características principais e tudo que precisa ser feito para que a empresa corra riscos ou prejuízos desnecessários.

Olá, o assunto em destaque é sobre Gestão Empresarial, e sobre como uma boa gestão financeira pode ser a ferramenta de sucesso que sua empresa vai precisar para ganhar mercado e crescer junta com os seus concorrentes.

Quando falamos em gestão empresarial e, logo em seguida, também falamos de gestão financeira algo nos vem à cabeça, o que significam e qual o contexto de ambos os termos e como se inserem no ambiente empresarial.

No mundo empresarial toda empresa independe de seu tamanho precisa de uma estrutura ou sistema organizacional para atingir suas metas. E a maneira como esse sistema é montado é o que define a gestão empresarial. Um bom modelo de gestão empresarial permite que empresas venham a competir com outras empresas do grupo com maior eficiência.

Dentro desse grande sistema ou estrutura organizacional existem grandes e importantes áreas relacionadas com a gestão empresarial: num contexto geral estão as áreas de administração, comercial, produção, o departamento de finanças e os recursos humanos. O gestor responsável principal por essas  três áreas deve coordená-las para que venham interagir entre si para que a empresa seja competitiva e leve ao cumprimento de sua meta principal, a geração de lucro.

Para que a gestão empresarial funcione de forma integrada e competitiva há indicadores de gestão ou variáveis que medem de maneira quantitativa e qualitativa os resultados de uma empresa. Entre esses indicadores, ganham importância o indicador de produtividade, eficiência e eficácia. Com a eficácia se verifica até que nível os objetivos pré-qualificados e predeterminados foram cumpridos. A eficiência estabelece uma relação entre a geração de produtos e serviços com os recursos utilizados. Uma boa eficiência na produção de resultados pode ser o sinal de que os recursos utilizados foram suficientes para atender às necessidades operacionais da empresa.  Já a produtividade se relaciona com a capacidade de produzir mais com escassos recursos.

No contexto da gestão empresarial se insere a gestão financeira. Mas o que é gestão financeira?

A gestão financeira é tudo aquilo que se envolve ou se relaciona com investimentos, despesas fixas e variáveis – lucros, empréstimos, financiamentos e por fim o valor patrimonial de uma empresa. E para que a empresa gere bons resultados financeiros nasce a figura do gestor financeiro, o profissional que será responsável pelo gerenciamento das finanças e procedimentos administrativos, investimentos e transações financeiras de uma empresa ou organização.

Para que o gestor financeiro exerça seu papel com eficiência entra em cena a gestão empresarial que antecipa suas ações através da contabilidade que presta um relevante serviço de registro e controle das transações empresariais.

A contabilidade de uma empresa se encarrega do registro, análise, avaliação e controle de recursos para a empresa dar continuidade às suas operações. O controle de recursos é executado com base em normas contábeis e o que está regulamentado em lei.

Podemos dizer que a contabilidade exerce três funções básicas na gestão empresarial e financeira de uma empresa.


a) O controle de todas as despesas e receitas que servirão de base para o cálculo dos preços dos produtos ou serviços prestados pela empresa, assim como as demais transações econômicas;

b) A contabilidade também é responsável pela análise de vários períodos e estados financeiros da empresa ou entidade;

c) Dessa maneira, a contabilidade também tem como função básica contribuir para a tomada de decisões empresariais através sua gerência e administradores.

Para fechar o quadro da gestão empresarial e financeira de uma entidade, deve-se observar que além dos indicadores de gestão empresarial, o planejamento ou função da contabilidade, a liderança ganha destaque como determinante de uma boa gestão empresarial competente. Pois o líder é o indivíduo capaz de influenciar positivamente outros indivíduos que se empenharão para atingir os principais objetivos da empresa. O líder quando muito atuante torna-se um guia e conselheiro de uma organização.

Para melhor fundamentar a importância do gestor financeiro, seu papel é trabalhar para aumentar o lucro da empresa. Mas para isso precisa usar de estratégias e participar de forma ativa de todos os processos de decisões e processos de aquisição, aplicação e controle dos recursos financeiros. E em momentos de crises o gestor financeiro é o profissional adequado para buscar e planejar soluções práticas que melhor se ajustem às necessidades imediatas da empresa como maneira de prevenir qualquer tipo de situação que provoque maiores danos nos resultados da empresa.
Para que o gestor financeiro tenha mais êxitos é necessário um bom planejamento de forma que evite surpresas desagradáveis. Sendo assim, o gestor financeiro precisará de um maior número de informações possíveis sobre o mercado ou área onde é atuante, para que se torne capaz de fazer projeções seguras e reais, controlar a entrada e saída de dinheiro da empresa, bem como analisar mais frequência a estrutura e os custos da empresa.

Uma excelente gestão financeira estratégica e bem qualificada evita perdas de dinheiro e até mesmo um estado de falência da empresa. Alguns itens merecem controle e acompanhamento pelo seu grau de importância no equilíbrio como instrumentos de gestão financeira apropriada numa empresa.  São eles:

a) Acompanhamento e controle de todas as transações financeiras;

b) Acompanhar e controlar todas as transações que envolvam o saldo das contas Caixa e Bancos;

c) Acompanhar e controlar a movimentação e saldos de Estoques;

d) Acompanhar e controlar todas as despesas Fixas e Variáveis.

Caso esse procedimento de acompanhamento e controle não se exerça de forma precisa e consistente, qualquer uma dessas variáveis poderá causar danos irreversíveis aos resultados operacional e financeiro de uma empresa.

A gestão empresarial e financeira quando bem aplicadas, diminui-se riscos e prejuízos indesejáveis à empresa ou organização.










sexta-feira, 30 de março de 2018

Capital de Giro Operacional

Assuntos de Interesse Geral



Operando o Capital de Giro de Sua Empresa com eficácia.

A noção de que há algumas complexidades no mundo dos negócios leva ao empreendedor a necessidade de conhecer bem sobre a área onde irá atuar e, principalmente, saber como empregar a melhor técnica para gerenciamento de seu negócio. Algumas dessas complexidades podem não ser um dos componentes de maior dificuldade e compreensão por parte do empreendedor. Para se ter uma noção mais precisa, passemos ao conhecimento de noções básicas e importantes na gestão no fluxo de uma atividade empresarial. Vamos falar então de um dos principais princípios de gestão financeira nas empresas de forma simples e descomplicada. O ciclo operacional e o ciclo financeiro é o nosso assunto em estudo e porque são ciclos importantes para o poder de decisões na empresa. Comecemos então com a definição do Capital de Giro Operacional e seus principais componentes.

O que é Capital de Giro Operacional?

Capital de Giro Operacional = Ciclo Operacional + Ciclo Financeiro

Capital de Giro Operacional – o que é isso e como fazer sua boa gestão para ter como resultado uma maior liquidez para sua empresa.

Definição: É o capital circulante dentro de sua empresa que mantém o equilíbrio entre dois ciclos principais e fundamentais à continuidade de funcionamento de seu negócio, o ciclo operacional e o ciclo financeiro. Esses dois ciclos quando bem planejados e submetidos a um bom sistema de gestão técnica e administrativa, evita que a empresa recorra a dinheiro extra para o pagamento de suas responsabilidades no decorrer de seus ciclos.

Uma boa gestão financeira inclui como prioridade o pagamento de suas despesas mensais, as despesas fixas como aluguel, pagamento de funcionários, despesas com água, energia, telefone, internet, contador, impostos, etc..

É muito importante observar que uma má gestão de recursos circulantes no ambiente de sua empresa poderá acarretar em problemas sérios que poderão levar à inviabilidade de negócio.
Um bom planejamento financeiro com capacidade de melhor operacionalizar seu negócio tem como elemento fundamental um bom planejamento financeiro, o cálculo preciso da necessidade de capital de giro para que meu negócio funcione normalmente sem qualquer contratempo.

O ciclo operacional e financeiro de uma empresa depende de sua atividade econômica, sendo variável de empresa para empresa. Há empresa com maior ciclo operacional e empresa com menor ciclo operacional depende essencialmente de dois momentos o momento da compra e o tempo que irá levar para que meu ativo seja realizado, transformado em dinheiro. O ciclo operacional e financeiro de minha empresa poderá começar no momento em que eu adquiro um bem para revenda, ou adquiro insumos ou bens para através de um processo de transformação produzir outros bens. Quanto mais longo o meu processo de industrialização, mais longo será meu o meu ciclo financeiro. Eu preciso fazer o planejamento de meus custos mensais para produzir um determinado produto. Eu preciso saber quais são minhas despesas fixas mensais para que tenha Capital de Giro suficiente para cobertura desses custos ou gastos, até que meu produto seja disponibilizado para venda e tenha recebido os valores de minhas vendas, momento em que fecho o meu ciclo financeiro.

É importante lembrar que para cada natureza de despesas de consumo ou gastos, eu preciso criar várias contas que servirão como objeto de controle.

O Capital de Giro Operacional necessário para a cobertura dos ciclo operacional e financeiro é composto das seguintes variáveis ou nomenclaturas de contas que irão servir para movimentar o fluxo operacional e financeiro de seu negócio, são elas:


a) Conta Fornecedores a Pagar
b) Conta Clientes a Receber
c) Estoque de Matérias-Primas (Indústria)
d) Estoque de Produtos em Processamento (Indústria)
e) Estoque de Produtos Acabados (Indústria)
c) Conta de Estoque de Produtos Acabados (Indústria)
e) Conta de Estoque de Produtos Para Venda (Comércio)


Todas essas contas têm sua importância no equilíbrio e geração de novas riquezas, cada uma delas tem o seu funcionamento e controle, e irão contribuir para o equilíbrio financeiro da empresa.

A conta Fornecedores a Pagar exprime um crédito que os fornecedores dão para as empresas pagarem a termos de curto ou longo prazo suas compras. Trata-se de um financiamento ou recursos que são colocados na empresa depois de estabelecida uma negociação onde se fixa o prazo de recebimento ou pagamento das mercadorias, bens ou serviços recebidos pelas empresas.

A conta Clientes a Receber exprime um crédito que as empresas dão para seus clientes. É importante observar dois momentos, o momento em que recebo crédito e o em que entrego ou forneço a mercadoria ou produto mediante crédito. Esses dois momentos se alternam entre aqueles que são fornecedores e aqueles que são clientes.

As contas Matérias-primas, Produtos em Processamento ou Elaboração e Produtos Acabados, essas contas estoques indicam quanto tempo o seu capital (dinheiro) usado na compra de produtos ou matérias-primas vai ficar parado na empresa.

Fundamentando melhor o conceito de Capital de Giro Operacional é que, quando temos um crédito do fornecedor, o dinheiro é dele. Quando o crédito é do cliente, a empresa está usando de seu próprio dinheiro para financiar o seu cliente. Complementado para melhor entender, todo estoque é uma composição de dinheiro da empresa.

Visto dessa maneira, fica fácil de definir que Capital de Giro Operacional é composto de duas contrapartidas. A primeira consiste no crédito que as empresas dão para seus clientes computando o valor dos estoques tanto de matéria-prima quanto de produtos em processos e produtos acabados, menos o crédito de empresas fornecedoras.

Para calcular o Capital de Giro Operacional existe uma fórmula simples com base no que engloba o ciclo operacional de um negócio visto até aqui.

(Capital de Giro Operacional é = Créditos de Clientes + Estoques – Créditos de Fornecedores).


Quanto recebemos de créditos dos fornecedores? E quanto estamos prontos para dar de créditos aos nossos clientes, são essas duas variáveis representadas pelo Contas a Pagar e Contas a Receber. Assim, o total de créditos que temos a pagar para nossos fornecedores em determinado período é a soma dos créditos que temos dos fornecedores até àquele período. De maneira semelhante, o valor que temos a receber de nossos clientes em um certo momento é a soma dos créditos que estamos dando aos nossos clientes até àquela data. A análise dessas duas variáveis em um dado período determina o equilíbrio entre os valores que temos a pagar aos fornecedores e os valores que temos a receber de nossos clientes. O resultado do que temos de Créditos de Clientes + Estoques – (menos) Fornecedores a Pagar se superior a Fornecedores a Pagar, nossa empresa está trabalhando com recursos próprios pela dificuldade de adquirir créditos com fornecedores. Um resultado negativo indica que nosso Capital de Giro Operacional está sendo financiado pelos fornecedores. Isso do ponto de vista operacional é muito bom para a empresa, porque essa não terá necessidade de recorrer a créditos junto às instituições financeiras já que seu Capital de Giro Operacional está sendo financiado por valores a receber e estoques, valores ainda a serem realizáveis. Embora a situação econômica seja favorável, não se pode dizer a mesma coisa da situação financeira não há fluxo de liquidez.  Lembrando que o Capital de Giro Operacional só terá um bom funcionamento, se dentro do Ciclo Financeiro da empresa o Fluxo de Recebimento de nossos Créditos tiver um prazo menor que o Fluxo de Pagamentos de Créditos de nossos Fornecedores. Uma inversão nesse resultado poderá provocar uma crise de insolvência e a necessidade de mais Capital de Giro Operacional junto a Credores externos, o que nem sempre será uma alternativa viável para investimentos, quando se sabe que as Operações de Créditos juntos às instituições financeiras têm um custo elevado, podendo no lugar de melhor operacionalizar a aplicação de recursos internos na empresa, criar maiores dificuldades e possivelmente, gerando a inviabilidade de negócio. E quando isso acontece, aumenta a responsabilidade com créditos de terceiros diante da inviabilidade de liquidação de créditos.
Uma forma simples de criar uma exemplificação da técnica de funcionamento do Capital de Giro Operacional é seguir a fórmula apresentada acima, conforme segue.


Vamos supor que em 31/12/11 tivéssemos 220.000 de contas a pagar a fornecedores, 150.000 de contar a receber de clientes e 50.000 de estoques, o Capital de Giro Operacional dessa empresa em 31/12/11 é de:

Aplicando a fórmula


Capital de Giro Operacional é = 150.000 + 50.000 – 220.000

CapGrioOperacional é = -20.000

O que significa isso? 

Isso significa que nosso fechamento de contas nesse dia indicou que temos mais créditos de nossos fornecedores, nossa empresa não está usando nosso Capital Próprio. O que demonstra que estamos usando o Capital de Terceiros ou de fornecedores para o financiamento das atividades de nossa empresa. Essa indica ser a melhor situação, pois a empresa não precisa colocar a mão em recursos próprios e em caso de necessidade de crescimento não terá necessidade de usar seu dinheiro, sendo portanto, financiada pelos seus fornecedores, considerando-se que as atuais condições de crédito de fornecedores, clientes e estoques se mantenham como antes, não sofrendo nenhuma alteração.

Podemos fazer uma nova avaliação de contas, e desta vez, verificarmos que nossos números são um pouco diferentes dos anteriores. Vamos ao exemplo.


Vamos agora supor que em 31/12/11 tivéssemos 80.000 de contas a pagar a fornecedores, 150.000 de contar a receber de clientes e 50.000 de estoques, o novo Capital de Giro Operacional  de nossa  empresa em 31/12/11 será de:


Aplicando a fórmula:

Capital de Giro Operacional é = 150.000 + 50.000 – 80.000

CapGrioOperacional é = 20.000

Novamente vamos fazer a análise do que isso agora representa.
Nesse novo cálculo Capital de Giro Operacional está sendo financiado pela nossa própria empresa, pois a dificuldade em adquirir créditos suficientes junto aos fornecedores, nossa empresa é obrigada a financiar nossos clientes e estoques. Essa nova situação é muito usual nas empresas e se atrapalham ou enfrentam algum tipo de dificuldade para cobrir essa necessidade de caixa de 20.000 reais, e não conseguindo de outra forma suprir essa necessidade a empresa coloca em risco manter suas atividades em giro. E isso passa a refletir diretamente na política de vendas da empresa. Nesse caso, se houver um aumento nas vendas essa necessidade de Capital de Giro Operacional também aumenta. Isso acontece porque a partir do momento que damos mais créditos aos nossos clientes, adquirimos mais estoques, nossa empresa vai precisar colocar mais dinheiro nesse sistema para que dê continuidade ao giro de seu negócio. Esse é um dos maiores problemas, quando há um crescimento de vendas sem recursos ou disponibilidade suficiente de Capital de Giro Operacional.

Essa é a maneira de provar que o resultado de uma empresa não se mede apenas pelo seu resultado econômico, ou seja, pela sua Demonstração de Resultados (DRE). O Capital de Giro Operacional é significativamente importante ou vital para apurar-se o fluxo financeiro da empresa e subsequentemente sua real capacidade de disponibilizar recursos, pois o Lucro Contábil está na maioria das vezes em estoques e contas a receber. Isso deixa bem clara a noção de que resultado econômico é muito diferente de resultado financeiro.

Outro fato chama à atenção quanto ao verdadeiro responsável pela boa gestão do Capital de Giro Operacional. A boa gestão do capital de giro operacional não é de responsabilidade do gestor financeiro, esse apenas, mensura. Uma boa política de gestão do Capital de Giro Operacional tem como gestores os responsáveis pela área comercial e de produção que devem trabalhar em sintonia, e quanto maior a sintonia entre eles, melhor será a gestão do Capital de Giro. Daí, a necessidade de maior proximidade e interação entre o gestor financeiro, comercial e de produção para discussão da melhor estratégica para alcançar sempre o melhor resultado. Feito isso fica muito mais fácil do monitoramento do Capital de Giro Operacional.

 







sexta-feira, 16 de março de 2018

Grand Tolle - Santana

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terça-feira, 13 de março de 2018

Funcionários Felizes X Empresa Feliz


Um programa de bem-estar para funcionários no ambiente empresarial gera uma série de benefícios e atividades que promovem muito mais saúde e bem-estar no local de trabalho.

Alguns trabalhadores deixam de lado a sua saúde e priorizam o trabalho. Elas pulam o horário de almoço e ficam até tarde para fazerem seu trabalho. Elas não têm tempo para se exercitar ou um dia especial para cuidar de sua saúde ou de alguns de seus interesses particulares, porque trabalham o tempo todo. Essa embora pareça ser uma abordagem de trabalho aceitável, ou quem sabe amável por alguns, mas é fundamental que a saúde e bem-estar pessoal venham em primeiro lugar com o objetivo de viver uma vida muito mais longa e extremamente satisfatória.

Estar em uma boa forma física e mental ajuda a melhor definir  a execução de importantes tarefas no trabalho, um indivíduo com maior qualidade de vida estará estimulado a produzir mais com excelências no resultado. O comprometimento de empresas preocupadas em levar e estender maiores benefícios e atividades que promovam maior saúde física e metal aos seus funcionários tem sido uma das principais tendências de empresas inteligentes que buscam se destacar e criar novos conceitos de trabalho no século XXI. Sabem que um programa de bem-estar para os seus funcionários podem não só benefícios para ambos, mas principalmente, uma nova mudança na cultura de empresas que terão muito a ganhar como um incentivo maior à satisfação de seus funcionários e respeito. Dada a importância de um programa que traga maiores benefício e motivação aos seus funcionários, as empresas precisam descobrir a melhor maneira de criar, gerir e implementar programas aumentem o nível de satisfação de seus empregados e clientes. Porque qualquer programa de incentivo a uma melhor qualidade de vida dos funcionários de uma empresa, também irão refletir na qualidade de vida e bem de seu público externo.

Quais os benefícios que um Programa de Bem-estar poderá trazer para sua empresa?

Os efeitos de um Programa de Bem-estar de funcionários de uma empresa até poderá parecer um passo de mágica, logo que depois de incrementado, aplicado e bem gerenciado em uma determinada empresa, talvez na sua empresa, na empresa em que você estará sempre preocupado em encontrar uma maneira de aumentar o nível de satisfação tanto de seus funcionários, quanto de seu público externo, clientes que no século XXI,  anseiam por produtos de melhor qualidade, produtos que possam lhe gerar um nível de benefícios maiores, satisfação e qualidade de vida.

Os reflexos de um Programa de Bem-estar e qualidade de vida de seus funcionários serão melhores sentidos no momento de apurar o resultado de seu negócio ou sua empresa. Veja como refletirá de forma positiva um programa de natureza tão extensa e reflexiva.

Comecemos por entender que um dos benefícios, o primeiro deles pode ser definido como "trabalhadores mais produtivos". No momento em que se aplicam mudanças que melhorem o ambiente interno empresarial, isso reflete sem dúvidas, e diretamente no maior nível de satisfação do trabalhador que promoverá melhores resultados para as empresas.
  
Seguindo a orientação desses benefícios, a provocação de menos "Stress" no local de trabalho, situação que muitas empresas preferem tê-la como "norma", a visão talvez de que esse tipo de estado seja necessário e uma prática comum no âmbito do ambiente interno empresarial, parece não ser tão verdadeira para os que experimentaram transformar seu ambiente empresarial em um local não só para o trabalho, mas em um lugar onde também poder-se-á ampliar relacionamentos e melhor qualidade de saúde e bem-estar pessoal.

Outro reflexo importante do oferecimentos de práticas saudáveis no ambiente interno empresarial é o menor tempo que o funcionário ficará afastado do trabalho em consequência de doenças como resfriados, gripes e outras doenças que possam se desenvolver dentro e fora do ambiente empresarial.

Outra atenção importante em relação a um ambiente de trabalho saudável será dada a danos que parecem comuns no dia a dia do ambiente interno da empresa, como por exemplo, o trabalhador poderá deixar de reivindicar mais tempo para ficar fora do trabalho por lesões que são produzidas dentro do próprio trabalho, "lesões de esforço repetitivo" - LER é um tipo de lesão que acontece com muita frequência no local de trabalho. Quando o trabalhador encontra um ambiente de trabalho muito mais confortável e saudável, passa à percepção do que é ou desejaria que fosse seu próprio lar, um ambiente confortável e muito saudável para está com sua família. Esse tipo de conforto gera mais atenção e mais segurança na execução de seu trabalho.

E ai, depois do que tratamos como melhor satisfação pessoal até aqui, vem aquele momento no qual o trabalhador irá se sentir completamente feliz. Oferecer um Programa de Bem-estar e Benefícios a funcionários levarão a apreciar os benefícios que diretamente melhor impactam diariamente sua qualidade de vida, passarão a pensar positivo e a impactarem também de forma muito mais positiva os resultados da empresa ou dos negócios.

Mas o que incluir num Programa de Bem-estar de Funcionários?

As compensações oferecidas aos membros da ginástica e da yoga no escritório poderá ser a primeira coisa que vem na mente de funcionários no momento de implantação de um Programa de Bem-estar no escritório. É natural que quando alguém pensa num bom programa de atividade física, pense logo nessas duas categorias de exercícios como uma boa opção que irá produzir bons resultado de bem-estar pessoal. Mas há outras atividades ou categorias de exercícios físicos e mentais que você poderá oferecer aos seus funcionários em prol dos benefícios que levarão a manter um nível de satisfação e saúde muito mais adequado em atendimento a uma melhor qualidade de vida e bons resultados profissionais que influenciarão diretamente em resultados mais eficazes.

Atividades fitness - essa é uma boa opção de configuração num ambiente de trabalho onde se trabalha 40 horas semanais.

Agora, é preciso encontrar tempo para se dedicar a tal prática dentro do escritório. Algumas empresas mantêm uma estrutura no próprio local de trabalho, mas a sorte de ter uma academia no local de trabalho nem sempre é viável. Em vez disso, as empresas poderão dar a opção de escolhas de aptidão da melhor prática de exercícios a seus funcionários, bem como se utilizar de critérios de escolha de funcionários, podendo dar a oportunidade aos que tenham melhor desempenho e escolham livremente a academia onde manterão práticas saudáveis de exercícios.

A prática regular de exercícios traz benefícios gerais para a saúde, ativa o sistema imunológico e garante maior proteção aos funcionários no combate à doenças e infecções. Durante os períodos mais críticos de riscos à saúde é essencial que as empresas orientem seus funcionários para o risco de contraírem doenças como gripes, coqueluche e outro males que afetem funcionários com maior predisposição de serem afetados. Daí, a urgência em se tomar algumas precauções e atitudes no sentido de fortalecer o sistema imunológico através de vacinas, evitando assim que funcionários sejam obrigados a interromper o trabalho durante o período usado para recuperação e tratamento médico. O atendimento à saúde do funcionário e seu bem-estar geral evita que a empresa sofra danos ou prejuízos em virtude de doenças.

Outras atividades importantes a ser consideradas são aquelas que envolvem a prevenção de saúde mental, as relacionadas principalmente com a eliminação do stress. O stress é um assassino perigoso que trabalha em silêncio e poderá desenvolver problemas de grave ameaça à saúde. Ele é também responsável por problemas de depressão e ansiedade, duas determinantes que poderão levar o paciente a algum tipo de desequilíbrio mental. Atividades como aulas de Yoga junto com exercícios de massagens mantêm as pessoas mais concentradas e com maior equilíbrio emocional.
Outras atividades que deverão ser incluídas no Programa de Bem-estar dos funcionários são as atividades sociais. Alguns funcionários darão preferência a práticas de exercícios que requerem um esforço físico e a facilidade de explodir por conta própria no momento em que soa e faz exercícios físicos, e isso é muito especial. Mas por outro lado, os funcionários poderão ainda desfrutar de atividades que levarão a conhecer melhor seus colegas de trabalho. Descobrir a melhor maneira de se relacionar com pessoas poderá ser tão eficiente e eficaz quanto a prática diária de exercícios físicos que beneficiarão a saúde física e mental.

Considere atividades como participar do Clube do Livro na empresa ou escritório, a participação em jogos e tudo mais que o funcionário tenha chance de gostar e promover em troca de um bom relacionamento com os seus colegas de trabalho, acabará por influenciar e impulsionar melhor os trabalhos de todos, a partir do momento em que se possa sentir a sensação de bem-estar geral.

Os funcionários poderão também escolher atividades de serviços comunitários, muitas pessoas se sentem bem, quando ajudam outras pessoas. Fazer boas ações produz um sentimento de realização e podem ajudar as pessoas a manterem suas melhores perspectivas sobre o que pensam, o que fazem ou realizam.

A empresa poderá organizar seus funcionários para a prática de um dia de trabalhos voluntários em uma comunidade. A empresa também poderá encorajar seus funcionários a fazer um trabalho para angariar fundos em defesa de uma causa que signifique única para eles.

Além do que já se viu até aqui, uma outra atividade é construir atividades através dos membros de uma ou várias equipes, talvez a forma individualizada por equipes seja a mais viável, pois o resultado das atividades virão fortalecer a equipe. E uma equipe fortalecida é uma equipe contente e feliz que produz estímulos para atingir os melhores resultados. No momento que você tem uma equipe unida que participa de um Programa de Bem-estar, você tem o benefícios secundários que fortalecem os vínculos de cada membro da equipe.
Qualquer equipe ou grupo de trabalhos que participem de um Programa de Bem-estar numa empresa, como por exemplo, um grupo que participe do clube do livro ou trabalho voluntário em uma comunidade, terão como resultado uma maior aproximação, situação que favorece de um lado a empresa, e de outro, os funcionários.

Como criar um Programa de Bem-estar  para funcionários?

Neste instante, acabamos de descobrir os benefícios de um Programa de Bem-estar e o que incluir. Mais é preciso saber como implementar um programa para que ele seja bem-sucedido. Tal como fazer o programa, também será necessário formatar, organizar e acompanhar o programa para que ele produza o resultado esperado.

Aqui, estão alguns passos básicos que precisarão acontecer para que um Programa de Bem-estar funcione adequadamente.

Um dos passos é definir metas capazes de beneficiarem a empresa e suas equipes. A montagem de um Programa de Bem-estar é muito divertido. Mas em nenhum momento poderá será permitido o desvio de foco, perder de vista o trabalho que está sendo executado. Atente-se se o trabalho que está sendo feito beneficia a equipe e a empresa.

Para uma maior garantia de funcionamento do Programa de Bem-estar, crie uma equipe encarregada de criar o Programa de Bem-estar na empresa.

A criação de um programa de bem-estar de funcionários poderá gerar muito trabalho e levar um bom tempo, por isso a ideia de uma equipe exclusiva para cuidar do projeto. A equipe deverá inclusive, ser dirigida pelo Departamento de Recursos Humanos - RH, mas outras pessoas como executivos e funcionários da área de finanças também devem participar ou mostrar interesse na promoção de um local de trabalho equilibradamente saudável.
Estando pronta a equipe que irá conduzir o Programa de Bem-estar do funcionários na empresa, chega a hora de começar e planejar o trabalho. A primeira preocupação é formatar o programa, como deveria o programa se parecer. Fazer um orçamento, pesquisar ideias e sobretudo, buscar o apoio necessário dos funcionários. Quando achar conveniente, convoque um reunião na empresa para o anúncio do programa de bem-estar, esclarecendo os detalhes. Intere-se de que os funcionários da empresa estão a par do que poderá ser incluso no programa, para que possam se beneficiarem ao máximo do programa.

Para manter uma maior relação dos funcionários, busque qualquer tipo de feedback e aperfeiçoe o programa de bem-estar. A equipe encarregada do programa tem que está sempre pronta e aberta ao feedback  e novas ideias dos funcionários  que possam melhorar o programa e deixá-los muito mais saudáveis.

Trabalhadores saudáveis significa uma empresa com maiores dividendos, uma empresa muito mais saudável. Um programa para o bem-estar de funcionários é muito mais do que um programa para beneficiar funcionários. É a maneira muito mais eficaz de garantir que os funcionários estarão bem mais saudáveis e aptos para desenvolver um bom trabalho.

Mudando de cara